Dezenas de milhares de pessoas se reuniram em São Paulo para pedir a legalização da maconha no país. O protesto, conhecido como 18ª Marcha da Maconha, criticou os efeitos da criminalização da planta e destacou a importância do uso medicinal e terapêutico.
A marcha reuniu apoiadores, ativistas e organizações ligadas ao debate sobre regulamentação da cannabis. Os participantes denunciaram as restrições aos medicamentos e traziam mensagens como ‘Maconha não mata, mas o feminicídio, sim’.
De acordo com o anuário da Kaya Mind, 50 mil pessoas no país declaram se tratar com produtos à base da cannabis sativa. A falta de aceitação da planta por grande parcela da sociedade atrapalha a regulamentação.
Um levantamento da Bliss Data 2026 indica que as mulheres de meia-idade e início da velhice são o principal grupo usuário da cannabis medicinal. A marcha também contou com a participação de idosos, pais e mães com seus filhos e jovens adultos.